II Concílio do Vaticano: Verbos a conjugar por um bispo  
O II Concílio do Vaticano (1962-65) deu à luz o documento «Christus Dominus» (CD) sobre a missão dos bispos na Igreja. Esse decreto conciliar coloca em destaque três verbos que devem estar sempre presentes no múnus pastoral dos bispos: Ensinar, Santificar e Governar. Três verbos clássicos que todos os bispos devem conjugar de forma correta  
II Concílio do Vaticano: Retoque do cardeal Cerejeira foi derrotado pelos bispos  
Nessa mesma plenária de maio, Goncalves Cerejeira disse que se sentia à vontade para "defender a nova redação que se havia introduzido no texto e insistiu nas vantagens dessa nova redação". O assunto foi posto à votação. "Pronunciaram-se a favor, 9 bispos; 10 votam contra". Vingou o princípio de que, após a cessação de funções de Gonçalves Cerejeira como bispo de Lisboa, o presidente da CEP seria eleito.  
II Concílio do Vaticano: Português teve direito a um bilhete especial  
O cardeal português José Saraiva Martins estava na capital italiana no decorrer dos trabalhos conciliares (1962-65) e conseguiu assistir às discussões desta assembleia magna nos últimos três dias, "embora não tivesse qualquer direito a isso", mas pediu autorização a monsenhor Pericle Felici, o futuro cardeal, que era secretário-geral do Concílio.  
II Concílio do Vaticano: Será a liturgia a dimensão que mais se esbanja na Igreja?  
Segundo o bispo de Bragança-Miranda, D. José Cordeiro, a «Sacrosanctum Concilium» é, "indiscutivelmente", o fruto maduro de uma história mais que centenária, que "viu convergir as insistências provenientes do mundo da investigação teológica, histórica, bíblica e litúrgica, assim como da antropologia e da arqueologia, da experiência litúrgica da tradição monástica e da paciente ação pastoral de muitos responsáveis no ministério".  
II Concílio do Vaticano: Esforços para renovar os horizontes de cultura  
«Um grande número de homens adere ao partido comunista, não por causa da sua doutrina filosófica, mas por desespero e razões de justiça social» disse o cardeal holandês, Bernard Jan Alfrink. Uma intervenção que ficou na história conciliar quando falou da atitude da igreja para com o comunismo.  
II Concílio do Vaticano: Canonizações entregues às Conferências Episcopais?  
Nas discussões conciliares, Henri Fesquet na obra «O Diário do Concílio - Volume II» escreveu que o cardeal belga, Leo-Jozef Suenens, numa reunião da terceira etapa do II Concílio do Vaticano, atacou as "anomalias das canonizações". O arcebispo de Malines-Bruxelas fez quatro censuras ao sistema que vigorava na altura. No seu diário e datado de 17 de setembro de 1964, Henri Fesquet escreveu que "era anormal": "1 - Que 85% dos santos sejam membros do clero regular; 2 - Que 90% pertençam automaticamente a três países (Itália, França e Espanha).  
II Concílio do Vaticano: «De Ecclesia» esmaltada de imagens bíblicas da Igreja  
Nos primeiros trinta dias da segunda etapa do II Concílio do Vaticano (29 de setembro a 04 de dezembro de 1963), os padres conciliares dedicaram a sua reflexão ao esquema sobre a Igreja («De Ecclesia»), documento elaborado pelo cardeal Ottaviani, presidente da comissão teológica.  
II Concílio do Vaticano: Os pedidos do cardeal Bea aos peregrinos de Fátima  
A Peregrinação Internacional Aniversária de maio (12 e 13) de 1964 foi presidida pelo cardeal alemão Agostinho Bea (Riedböhringen, 28 de maio de 1881 -- Roma, 16 de novembro de 1968), pioneiro do ecumenismo e do diálogo entre Judaísmo e Catolicismo. A peregrinação, que contou com cerca de 500 mil pessoas, teve várias intenções: "Agradecer a Deus o êxito da peregrinação de Paulo VI à Terra Santa; Pedir a união dos cristãos e o pleno êxito do II Concílio do Vaticano; Pedir a santificação das famílias, o aumento das vocações e a paz no mundo e, particularmente, no ultramar português".  
II Concílio do Vaticano: Diálogos entre Paulo VI e Jean Guitton  
O mistério do concílio não se discernirá nunca completamente, "enquanto navegarmos no fluxo da história", escreveu o filósofo francês que foi «observador» do II Concílio do Vaticano. Ainda durante a primeira sessão desta assembleia, Jean Guitton questionou-se se poderia enviar crónicas para os jornais, "uma vez que fizera juramento de ser discreto?".  
II Concílio do Vaticano: O ecumenismo do cónego Geraldes Freire  
Numa época em que mal se falava de ecumenismo, este sacerdote natural da Diocese de Portalegre - Castelo Branco encontrou naquele quartel militar um subordinado que era pastor da Igreja Baptista e o com o qual "manteve cordeais relações durante bastante tempo, atitude pouco comum naquela época e já reveladora do seu espírito tolerante", escreveu João Ribeirinho Leal na revista «Humanitas»; Vol L (1958).  
II Concílio do Vaticano: O plano de atualização de D. David de Sousa no Funchal  
Quando se realizou o II Concílio do Vaticano (1962-65), o bispo da Diocese do Funchal (Ilha da Madeira) era D. David de Sousa. O prelado que esteve naquele território eclesial de 1957 a 1965 fez diversas reformas na diocese madeirense  
II Concílio do Vaticano: Recordar o carisma do cardeal António Ribeiro  
Depois de uma séria formação humanística, filosófica e teológica, o doutor António Ribeiro cedo foi lançado para a ribalta da Comunicação Social. De 1959 a 1964 apresenta, aos sábados, na RTP, o programa «Encruzilhadas da Vida», em que debate temas de atualidade, frequentemente sugeridos pelos próprios telespectadores. Nos três anos seguintes (1964/67) é o rosto do programa, no mesmo canal televisivo, «Dia do Senhor».  
II Concílio do Vaticano: O papel das mulheres nas sessões conciliares  
Quando se aproxima o Dia Internacional da Mulher (08 de março) convém recordar a presença feminina no II Concílio do Vaticano (1962-65). Nesta assembleia magna, convocada por João XXIII e continuada pelo seu sucessor, estiveram presentes vinte e três mulheres como auditoras. A 08 de setembro de 1964, o Papa Paulo VI anunciou, oficialmente, a novidade e no dia 25 do mesmo mês, entrou na Aula conciliar a primeira mulher, a francesa Marie-Louise Monnet .  
II Concílio do Vaticano: O barulho dos carrosséis e o cheiro a sardinha assada  
Correspondendo a um desejo expressamente manifestado pelos teólogos diretores e redatores foi criado, em Portugal, um grupo com a missão de assegurar a ligação com a direção central e com os assinantes da edição portuguesa. Nasceram assim os «amigos da Concilium», um grupo de pessoas convidadas individualmente pelos editores - onze padres ou religiosos e oito leigos - que se reuniram pela primeira vez a 31 de março de 1965.  
II Concílio do Vaticano: Quando acabou o clima de asfixia intelectual  
Dos livros mais censurados figuram os relativos à história da Igreja e à exegese bíblica. O Santo Ofício e a Comissão Bíblica (criada pelo Papa Leão XIII para promover os estudos nesta área) encarregaram-se de excluir da leitura importantes obras publicadas na última parte do século XIX e inícios do século passado. Questões vitais para a interpretação de determinados livros bíblicos (Pentateuco, Salmos, Isaías, Sinópticos e São João) eram sempre objeto de grande vigilância por parte dos responsáveis da Igreja.  
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